e dizias-me o quanto era bonita, aos teus olhos. Habituei-me a ti, como se fosses a minha própria respiração. O essencial de sobrevivência.
As coisas mudaram. Tu já não me pintas as unhas de vermelho e chegas a dizer-me que talvez um roxo me ficasse melhor. A minha respiração tornou-se sufocante e parece que fico sem ar. Vou ter que me desabituar de ti. E sabes o que te digo mais? Se pudesse pisava-te com os meus pés.