quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Tomo um longo e cheiroso banho de espuma. Depois, pinto as minhas unhas de vermelho vivo, visto uns jeans, uma camisola com padrão leopardo - oh não fosse eu de modas! - e uns chinelos práticos. Não poderia faltar o perfume... Bem, lá estava eu com a atitude mais confiante do mundo. Queria acreditar que estava a superar(-te) e que já não me afectavas. Chego ao café, acendo um cigarro e cumprimento umas quantas amigas que tagarelavam sem fim.
É incrível, como bastou uma delas me perguntar «Então, esse coração ainda bate?» para me cair o mundo em cima.

9 comentários:

  1. Como eu te percebo. Estou na mesma situação.
    Tento ser forte, virar as costas ao passado e quando saio de casa tudo me faz pensar nele.
    É assim querida, temos de tentar superar!

    Um beijinho *

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  2. opa, estou igualzinha a ti.
    mas nao fumo :b

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  3. É tudo muito facil.
    Sairmos com uma atitude bastante positiva de casa!

    - Mas basta uma palavrinha que pronto. Até um momento de silencio --'

    :x

    (Tenho um miminho pra ti no blog *.*)

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  4. E ela para mim é mais que princesa. +.+

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  5. continua com a mesma atitude! (: um beijinho

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  6. essas fases acabam sempre por passar :)
    desculpa a invasão mas gostei do teu blog!

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  7. As cordas de uma viola vibraram
    Beijaram os dedos ao tocador
    Uma nota fugiu ao encontro da saudade
    No refrão a canção tinha a palavra amor

    Nunca ouviste a palavra amor
    Nunca te encontrou a nota de uma violoncelo
    Nunca se rasgou o teu deserto de silêncios
    Nunca um som te fez sentir o quanto é belo

    Bom fim de semana

    Doce beijo

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  8. Chegamos a um ponto que nos sentimos fortes.
    Que nos parece que para nada ele nos importa, que somos muito superiores aquilo que sentimos, aquilo que amamos e nos magoa.
    Mas basta um sinal, basta ouvir o nome, basta sentir o cheiro mesmo que longe, basta ouvir a voz do tal, para que caiamos novamente na realidade anteriormente adormecida.

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