quarta-feira, 23 de junho de 2010

E já eram perto das cinco da manhã, o Sol substituiu a Lua que nos acompanhara toda a noite. Lembro-me de estar enroscada a ti enquanto a manhã nascia. Em vez de amor e uma cabana, tínhamos apenas amor e uma manta. Eu e tu. Tu e eu.
Não és um príncipe encantado. Não és um sapo verde. És tu, e eu gosto de ti assim.

15 comentários:

  1. Como sempre, é na simplicidade que reside o encanto todo :)

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  2. É muito bom termos alguém assim!
    Ficava contente se aceitasses o selo!:)
    Beijinhos!

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  3. os principes são púdicos! os sapos são nojentos. e eu já tinha saudades das tuas letras directas.

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  4. Obrigada !
    É tão bom quando são assim, simples. Sem grandes disfarces a complicar tudo :)

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  5. obrigada querida.
    que texto lindo :')

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  6. Já não escrevias há imenso tempo. E é sempre com prazer que saboreio as tuas palavras.

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  7. e haverá algo melhor do que isso? (:

    adorei, mesmo =)

    obrigado pelo comentário!

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  8. Obrigado, agradeço bastante :D
    Para mim descreves-te a perfeição de um momento a dois .

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  9. adorei. simples, concreto, directo ao assunto. não há nada melhor que simples palavras consumidas por um leque de emoções. beijinho, victoria *

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  10. nem que fossem os maiores sapos, as maiores rãs à face da terra, gostamos deles, porque sim, porque nos conquistaram, porque nos souberam fazer à sua imagem.

    :)

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  11. http://conversas-far-out.blogspot.com/2010/07/muito-obrigada.html

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  12. O teu blog está lindo, os teus textos são inspiradores:)

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