E já eram perto das cinco da manhã, o Sol substituiu a Lua que nos acompanhara toda a noite. Lembro-me de estar enroscada a ti enquanto a manhã nascia. Em vez de amor e uma cabana, tínhamos apenas amor e uma manta. Eu e tu. Tu e eu. Não és um príncipe encantado. Não és um sapo verde. És tu, e eu gosto de ti assim.
Como sempre, é na simplicidade que reside o encanto todo :)
ResponderEliminarÉ muito bom termos alguém assim!
ResponderEliminarFicava contente se aceitasses o selo!:)
Beijinhos!
os principes são púdicos! os sapos são nojentos. e eu já tinha saudades das tuas letras directas.
ResponderEliminarObrigada !
ResponderEliminarÉ tão bom quando são assim, simples. Sem grandes disfarces a complicar tudo :)
obrigada querida.
ResponderEliminarque texto lindo :')
Tão bonito =)
ResponderEliminarJá não escrevias há imenso tempo. E é sempre com prazer que saboreio as tuas palavras.
ResponderEliminare haverá algo melhor do que isso? (:
ResponderEliminaradorei, mesmo =)
obrigado pelo comentário!
Obrigado, agradeço bastante :D
ResponderEliminarPara mim descreves-te a perfeição de um momento a dois .
é verdade, mas custa.
ResponderEliminaradorei. simples, concreto, directo ao assunto. não há nada melhor que simples palavras consumidas por um leque de emoções. beijinho, victoria *
ResponderEliminarnem que fossem os maiores sapos, as maiores rãs à face da terra, gostamos deles, porque sim, porque nos conquistaram, porque nos souberam fazer à sua imagem.
ResponderEliminar:)
Post perfeito (:
ResponderEliminarhttp://conversas-far-out.blogspot.com/2010/07/muito-obrigada.html
ResponderEliminarO teu blog está lindo, os teus textos são inspiradores:)
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